Como dizer a um amigo que você o ama? Não daquele modo fraternal e sim do modo carnal de deseja-lo em cada momento do seu dia, de estar com ele em seus pensamentos em cada segundo, que tudo que você vê ou sente de alguma forma está ligado a esse amigo.
Cada dia mais creio, que amor não escolhe hora nem local para acontecer surgi como num passe de mágica para te deixar atônito, sem rumo e prumo.O pior de tudo sobre esse sentimento é que você procura, procura e quando se da conta aquilo que você procurava estava ao seu alcance. Não estava a poucos metros e sim a alguns centímetros.
Dói quando sabemos que nos apaixonamos pela única pessoa que não poderíamos desejar, amar ou qualquer outro sinônimo que você queira dar a esse sentimento eloqüente. Fere de verdade quando nos apaixonamos por um amigo, não aquele que vemos uma vez ao ano, mas aquele que dividimos cada dia e cada descoberta.
O difícil no inicio é nos acostumar com a idéia de que aquilo aconteceu, depois assumir que aquele cinema agora não é apenas para de divertir ou fazer fofoca da vida aléia ou somente dividirmos coisas corriqueiras, agora aquele cinema é mais um motivo de estar perto de quem você ama, observar o modo de sorrir, de falar, como essa pessoa te trata. Que aquela ligação agora te deixa com a voz embargada e por muitas das vezes sem fala, pois você só quer ouvir a voz da pessoa do outro lado da linha. Que suas pernas tremem quando estão juntos, suas mãos não param de suar. Contudo, muitas pessoas realizam o contrário tentam fugir, esconder-se ou até mesmo arrumam brigas com aquele velho amigo que fora promovido a mais novo amor.
Essas táticas de nada adiantam mais cedo ou mais tarde você vai ter que enfrentar esse seu dilema. E nesse exato momento é que temos que ter mais coragem, força e dignidade para olhar nos olhos daquela pessoa e dizer o quanto à ama!!!
Muitas pessoas que conversei sobre isso me disseram que tinham medo de perder a amizade, mas do que vale a vida e todo o combo adicional que ela carrega se não nos arriscarmos?
Tenha coragem lute por aquilo que você deseja não deixe que o medo e aflição o empeçam de se feliz, pois se você não tiver quanto olhar para trás e ver tudo aquilo que fez, irá encontrar no meio do caminho um buraco que poderia ter sido a mais bela história de toda a sua vida.
terça-feira, 21 de outubro de 2008
quarta-feira, 8 de outubro de 2008
Uma clara escuridão!!!

Fiz uma viagem há pouco tempo para o interior. Um lugar pacato, no qual poderia descansar fugir da correria da cidade grande. Lá não tinha bala perdida, trânsito, poluição e todos os outros problemas de uma grande metrópole, lá na verdade só possui a calma do interior, uma beleza rústica talhada em cada parte daquele lugarejo.
Chegando a fazenda que ficaria hospedada uma família simples, porém grande. Eles eram simples no modo de falar, vestir, desconheciam muitas das coisas que para mim fazia parte do meu cotidiano. Contudo foi com eles que aprendi uma lição valiosa, que nem mesmo o dinheiro e todas as modernidades que tinha poderiam me dar.
Descobri o que era uma família de verdade, o que esse conjunto de pessoas significava. Família no meu ponto de vista, rústico e sem valor, era apenas um grupo de pessoas com laços consangüíneo que dividiam uma casa, um sobrenome. Mas não, revi com aquelas pessoas os meus conceitos desse assunto. Vi que família era aquela que estava unida em todos os momentos e que cada membro daquele grupo servia de alicerce para o outro. Esses membros são aqueles que se reúnem no final do dia para contar as pequenas, mas valiosas conquistas, ou até mesmo se agrupam para falar nada, pois estarem juntos era o que bastava.
Quando voltei para cidade trouxe comigo tudo o que aprendi, tentei passar para os meus amigos companheiros de grandes jornadas, contudo foi em vão meus amigos com suas vidas atribuladas disseram-me que estava ficando sentimental e saudosista. E que esse tipo de família não existia mais estava em extinção.
Não desisti de colocar meu aprendizado em prática, já que não podia mudar o mundo pelo menos tinha que mudar a minha família. Entretanto por mais que eu tentasse não conseguia chegar a lugar algum. Fui vencida pela falta de tempo das pessoas com quem cresci. A cada dia eles se tornavam estranhos dentro da minha própria casa, que nem ao menos conseguia conversar, tentar entender ou ao menos dividir nossos problemas.
Já tinha deixado de lado aquele sonho que se tornará uma utopia, foi até o momento em que a sorte mudou de lado e veio até o meu encontro. Estávamos passando por inverno rigoroso, não parava de chover, todos presos em casa cada um fazendo algo em locais distintos da casa até o momento que a luz acabou.
Todos rapidamente se reuniram na sala em busca de uma reposta para aquele problema. Fui até a cozinha em busca de algo que nos tirasse daquela escuridão, daquele breu sem fim, no entanto achei somente duas velhas, que nos fizeram ficar juntos. Estávamos todos reunidos como há muito tempo não fazíamos. Iluminados pelos pequenos e tremulantes feixes de luz que não nos permitia enxergar um palmo a nosso frente.
Apesar daquela parcial escuridão conseguimos enxergar além, enxergamos os erros que cometemos deixando a vida do outro passar sem ao menos tomar conta, sem se preocupar. Conversamos horas a fio colocamos todas as pendências em dia. A luz voltou, mas não percebemos estávamos tão felizes por formamos uma família de verdade.
Desde aquele dia resolvemos pelo menos uma fez na semana apagaríamos todas as luzes e que faríamos aquela roda em meio à escuridão que na verdade clareou nossas vidas.
Pense nisso!!!!!!
sexta-feira, 26 de setembro de 2008
Descartáveis...

O mundo está cada dia entrando na onda dos utensílios descartáveis. Hoje, você sai de casa para ir a uma festa, pegar uma balada com os amigos ou até sair apenas para tomar um chopp, é tudo que os bares ou casas noturnas utilizam são descartáveis, pode ser: copo, prato, talher, seja lá o que for você pode ter certeza é deste material que leva anos para se decompor no meio ambiente que o produto é feito.
Outros que utilizam esse “ouro” descartável são as indústrias que enxergaram uma nova forma de embalar ou produzir seus produtos. Um novo modo de se obter lucro foi alcançado.
Contudo, não é disso que eu quero falar vou deixar esse papo ecológico para outro dia com outro texto.
Nossa sociedade, implementou tanto esse tipo de material em seu cotidiano que hoje até as pessoas são descartáveis.
Ando pelas ruas, avenidas e becos de nossa grande metrópole observando o quando as pessoas realizam essa operação, e nem ao menos se dão conta do mal que estão fazendo. As pessoas só possuem algo de bom se tiverem alguma serventia ou se estiverem levando alguma vantagem para o outro. E quando esse obtêm tudo que necessita joga o outro fora como se não tivesse nenhum valor, como se essa pessoa que o ajudou fosse descartável.
A frieza que encontramos em nossa população vem dês da criancinha, essa só quer ter um amiguinho se o mesmo tiver algum brinquedo ou algo que interesse. E isso não é culpa das crianças que são puras e ingênuas e sim de seus pais que deveriam ser o exemplo, no entanto ensinam o errado.
Adultos, que parecem sem ao menos nunca ter ouvido falar utilizar a teoria de Maquiavel como lema leva de vida: “Os fins justificam os meios”. Será que vale a pena se aproveitar do outro?
Nossa sociedade precisa ser reciclada, ou melhor, reformulada. Usemos copos, talheres, utensílios de metal ou vidro. Esses, guardamos por um longo tempo.
Pense nisso!!!!!
sexta-feira, 19 de setembro de 2008
Impressões do cotidiano.

Tenho a ligeira impressão de que vivo esperando alguma coisa, talvez uma carta, uma notícia, uma pessoa, um carinho, não sei muito bem o que é só sei que continuo a esperar.
Essa minha espera cansa muitas das vezes isso me desanima, coloca-me para baixo. No entanto o que posso fazer? Se soubesse do que se trata. Mas não, nada me vem à mente, nada me guia, nada me dá um prumo, um rumo.
Essa insegurança, essa inconstância de viver esperando faz com que eu agonize. Faz com que minha alma se perca entre tantos os caminhos que a vida pode apresentar.
Ah! Se pelo menos nós tivéssemos um manual de instrução, ou talvez, sabe se lá se Deus nos desse um mapa para nos guiar, nos colocar no trilho.
Sei que é pedir muito, contudo tudo ficaria mais fácil não nos sentíramos perdidos em meio a essa multidão. Muitas das vezes me sinto cega não consigo ver nada ao meu redor, não é uma cegueira como outra qualquer é uma cegueira maior, que paralisa a mente, o coração e até nossos movimentos.
Sei que isso de alguma forma está ligado ao que eu espero, e será que isso vai demorar? Não sei se agüento mais. Às vezes me sinto trancafiada, num mundo tão vasto e denso como o nosso.
Ahaa! Achei o que esperava, era a minha liberdade!!! Algo com que sempre sonhei e nunca pude ter. Andar por aí sem pensar em mais nada, sentir o vento bater no rosto e levar os cabelos sem me preocupar com o jeito que eles ficarão depois. Sair por aí sem pensar quando terei que voltar.
Era isso que eu procurava, tão simples e doce. Eu só queria a minha liberdade!!!!!!!!
Pense nisso!!!
Essa minha espera cansa muitas das vezes isso me desanima, coloca-me para baixo. No entanto o que posso fazer? Se soubesse do que se trata. Mas não, nada me vem à mente, nada me guia, nada me dá um prumo, um rumo.
Essa insegurança, essa inconstância de viver esperando faz com que eu agonize. Faz com que minha alma se perca entre tantos os caminhos que a vida pode apresentar.
Ah! Se pelo menos nós tivéssemos um manual de instrução, ou talvez, sabe se lá se Deus nos desse um mapa para nos guiar, nos colocar no trilho.
Sei que é pedir muito, contudo tudo ficaria mais fácil não nos sentíramos perdidos em meio a essa multidão. Muitas das vezes me sinto cega não consigo ver nada ao meu redor, não é uma cegueira como outra qualquer é uma cegueira maior, que paralisa a mente, o coração e até nossos movimentos.
Sei que isso de alguma forma está ligado ao que eu espero, e será que isso vai demorar? Não sei se agüento mais. Às vezes me sinto trancafiada, num mundo tão vasto e denso como o nosso.
Ahaa! Achei o que esperava, era a minha liberdade!!! Algo com que sempre sonhei e nunca pude ter. Andar por aí sem pensar em mais nada, sentir o vento bater no rosto e levar os cabelos sem me preocupar com o jeito que eles ficarão depois. Sair por aí sem pensar quando terei que voltar.
Era isso que eu procurava, tão simples e doce. Eu só queria a minha liberdade!!!!!!!!
Pense nisso!!!
quinta-feira, 18 de setembro de 2008
Um pó mágico!!!!!

Estava um dia desses revirando um antigo baú, no qual guardo minhas histórias, recordações, lembranças. Algumas dessas alegres outras tristes, mas a vida é assim cheia de altos e baixos e às vezes aprendemos mais com os baixos do que com os altos. É somos assim um pouco complexos somos seres cheios de defeitos e qualidades.
Ao revirar o baú deparei-me com todo um ciclo que me vez crescer e amadurecer. Arrependi-me de algumas coisas que fiz ou falei, no entanto o que posso fazer? Muitas pessoas falam que o passado volta para te assombrar, contudo creio que ele volta para me ensinar.
Quando pensei que tinha acabado de ver tudo encontrei um cartão de uma livraria, o mais engraçado que eu não me lembrava de tê-lo. Fechei o baú e com ele deixei guardadas novas memórias e fui ao encontro desta livraria da qual não me recordava.
Chegando lá me deparei com um lugar abandonado, sua fachada era fosca quase não dava para ler o letreiro, seus vidros embasados não permitia quem estava do lado de fora enxergar o que havia lá dentro. Tomei coragem e entrei, logo de cara encontrei um senhor ao fundo remexendo alguns volumes, ele se assustou com a minha presença, entretanto foi se aproximando com passos curtos e me encarou com um olhar fixo e penetrante.
O senhor ofereceu-me uma xícara de café e pediu para que eu sentasse, sem ao menos saber meu nome disse que me esperava há algum tempo. Esperava com que eu abrisse o baú e reparasse naquele pequeno cartão. Fique surpresa, como aquele senhor saiba do baú? Como ele sabia quem eu era?
Ele pediu para que eu olhasse ao redor, o fiz e ele perguntou-me seu lembrava-me daquelas estantes, daqueles livros, daquele local. Esforcei-me, no entanto foi em vão nada vinha a minha memória. Então ele falou que me deixaria um pouco sozinha para ver se eu recordava daquele local, que estava entregue as traças.
Andei por entre os corredores longos e muitas das vezes sombrios, reparei na extensa camada de poeira que ali se encontrava e foi no momento que toquei naquela poeira que aquele local me sugou, parecia que tinha me levado para outra dimensão.
Naquela poeira encontrava a história daquele local, tudo o que tinha acontecido e todos que passaram por ali invadiram a minha mente, aquele local que se encontrava abandonado um dia reuniu multidões levando várias pessoas há mais belas viagens. Foi nesta viagem pelo passado daquela livraria que me deparei com uma menininha, aproximando senti algo dentro de mim, encontrei-me no meio daqueles livros perdida com tantas histórias ali fui princesa, fada, guerreira, fui tudo o que a minha imaginação permitia.
Acordei daquela viagem com o senhor me chamando. Ele me chamou para entregar algo estava em um embrulho bonito, bem feito. Pediu para que eu abrisse naquele instante era um livro, então ele falou que quando eu estivesse verdadeiramente preparada era para eu abri-lo.
Voltei para casa com uma sensação de ter preenchido algo que me faltava. No dia seguinte resolvi voltar à livraria para conversar mais com aquele senhor, no entanto quando cheguei à ruazinha que ela se encontrava não a vi e no seu lugar se encontrava uma loja de ferramentas, entrei e perguntei da velha livraria desta vez uma menina me atendeu e falou que ali nunca havia existido uma livraria, que aquela loja estava na sua família há anos.
Quando cheguei em casa, tomei um banho e cheguei a conclusão de aquilo que vivi no dia anterior tinha sido um sonho. Contudo o livro ainda estava lá, esperando para ser lido.
Pense nisso!!!!!!!!
Ao revirar o baú deparei-me com todo um ciclo que me vez crescer e amadurecer. Arrependi-me de algumas coisas que fiz ou falei, no entanto o que posso fazer? Muitas pessoas falam que o passado volta para te assombrar, contudo creio que ele volta para me ensinar.
Quando pensei que tinha acabado de ver tudo encontrei um cartão de uma livraria, o mais engraçado que eu não me lembrava de tê-lo. Fechei o baú e com ele deixei guardadas novas memórias e fui ao encontro desta livraria da qual não me recordava.
Chegando lá me deparei com um lugar abandonado, sua fachada era fosca quase não dava para ler o letreiro, seus vidros embasados não permitia quem estava do lado de fora enxergar o que havia lá dentro. Tomei coragem e entrei, logo de cara encontrei um senhor ao fundo remexendo alguns volumes, ele se assustou com a minha presença, entretanto foi se aproximando com passos curtos e me encarou com um olhar fixo e penetrante.
O senhor ofereceu-me uma xícara de café e pediu para que eu sentasse, sem ao menos saber meu nome disse que me esperava há algum tempo. Esperava com que eu abrisse o baú e reparasse naquele pequeno cartão. Fique surpresa, como aquele senhor saiba do baú? Como ele sabia quem eu era?
Ele pediu para que eu olhasse ao redor, o fiz e ele perguntou-me seu lembrava-me daquelas estantes, daqueles livros, daquele local. Esforcei-me, no entanto foi em vão nada vinha a minha memória. Então ele falou que me deixaria um pouco sozinha para ver se eu recordava daquele local, que estava entregue as traças.
Andei por entre os corredores longos e muitas das vezes sombrios, reparei na extensa camada de poeira que ali se encontrava e foi no momento que toquei naquela poeira que aquele local me sugou, parecia que tinha me levado para outra dimensão.
Naquela poeira encontrava a história daquele local, tudo o que tinha acontecido e todos que passaram por ali invadiram a minha mente, aquele local que se encontrava abandonado um dia reuniu multidões levando várias pessoas há mais belas viagens. Foi nesta viagem pelo passado daquela livraria que me deparei com uma menininha, aproximando senti algo dentro de mim, encontrei-me no meio daqueles livros perdida com tantas histórias ali fui princesa, fada, guerreira, fui tudo o que a minha imaginação permitia.
Acordei daquela viagem com o senhor me chamando. Ele me chamou para entregar algo estava em um embrulho bonito, bem feito. Pediu para que eu abrisse naquele instante era um livro, então ele falou que quando eu estivesse verdadeiramente preparada era para eu abri-lo.
Voltei para casa com uma sensação de ter preenchido algo que me faltava. No dia seguinte resolvi voltar à livraria para conversar mais com aquele senhor, no entanto quando cheguei à ruazinha que ela se encontrava não a vi e no seu lugar se encontrava uma loja de ferramentas, entrei e perguntei da velha livraria desta vez uma menina me atendeu e falou que ali nunca havia existido uma livraria, que aquela loja estava na sua família há anos.
Quando cheguei em casa, tomei um banho e cheguei a conclusão de aquilo que vivi no dia anterior tinha sido um sonho. Contudo o livro ainda estava lá, esperando para ser lido.
Pense nisso!!!!!!!!
quarta-feira, 17 de setembro de 2008
O oposto
Era uma vez uma menina que estava começando a aprender a viver e deparou-se com um dilema que a inquietava e fazia esta doce menina ficar irritada, estressada, descontrolada.
Ela não sabia muito bem, como explicar o que acontecia com ela quando encontrava um certo rapaz, este que ela falava para os sete ventos que odiava, que não gostava, que não conseguia ficar perto nem um minuto sequer. Mas porque esse ódio todo? Essa implicância com aquele rapaz que ela nem conhecia direito?
A menina passou alguns anos tendo de conviver com ele e a cada dia que se passava esse sentimento tão amargo aumentava. Ela que tinha aprendido a conviver e respeitar tantas outras pessoas piores do que o rapaz, no entanto não conseguia deixar esse sentimento que tinha por ele de lado, e muito menos conseguia esquecê-lo, de alguma forma ele ficou marcado no coração da jovem moça.
Foi quando ela parou para refletir o que estava acontecendo dentro de si, esse turbilhão de sentimentos que estavam contidos dentro dela. Ela que não sabia direito quem era de verdade e o que ela queria da vida.
Todo aquele ódio declarado publicamente na verdade era um amor: puro e inocente, que se encontrava escondido por trás de um coração guardado a sete chaves. Pois a mocinha tinha medo de se apaixonar.
E quis o destino que este coração fosse desvendado e descoberto por aquele, que ela julgava um grosso, estúpido, ignorante. Mas que no fundo fazia com que o coração da jovem batesse acelerado.
No momento que ela reconheceu a besteira que tinha feito nos últimos anos, deixando o seu verdadeiro amor se afastar ela correu para tentar salvar aquilo que a mesma tinha destruído aos poucos. Contudo quando ela reconheceu o que havia de verdade dentro dela já era tarde o seu amor tinha partido, sem ao menos dizer adeus.
P.S.: Não esconda o que você sente de verdade, pois talvez isso aconteça uma única vez na vida. Aproveite a oportunidade que lhe é dada!!!!
Pense nisso!!!!
Ela não sabia muito bem, como explicar o que acontecia com ela quando encontrava um certo rapaz, este que ela falava para os sete ventos que odiava, que não gostava, que não conseguia ficar perto nem um minuto sequer. Mas porque esse ódio todo? Essa implicância com aquele rapaz que ela nem conhecia direito?
A menina passou alguns anos tendo de conviver com ele e a cada dia que se passava esse sentimento tão amargo aumentava. Ela que tinha aprendido a conviver e respeitar tantas outras pessoas piores do que o rapaz, no entanto não conseguia deixar esse sentimento que tinha por ele de lado, e muito menos conseguia esquecê-lo, de alguma forma ele ficou marcado no coração da jovem moça.
Foi quando ela parou para refletir o que estava acontecendo dentro de si, esse turbilhão de sentimentos que estavam contidos dentro dela. Ela que não sabia direito quem era de verdade e o que ela queria da vida.
Todo aquele ódio declarado publicamente na verdade era um amor: puro e inocente, que se encontrava escondido por trás de um coração guardado a sete chaves. Pois a mocinha tinha medo de se apaixonar.
E quis o destino que este coração fosse desvendado e descoberto por aquele, que ela julgava um grosso, estúpido, ignorante. Mas que no fundo fazia com que o coração da jovem batesse acelerado.
No momento que ela reconheceu a besteira que tinha feito nos últimos anos, deixando o seu verdadeiro amor se afastar ela correu para tentar salvar aquilo que a mesma tinha destruído aos poucos. Contudo quando ela reconheceu o que havia de verdade dentro dela já era tarde o seu amor tinha partido, sem ao menos dizer adeus.
P.S.: Não esconda o que você sente de verdade, pois talvez isso aconteça uma única vez na vida. Aproveite a oportunidade que lhe é dada!!!!
Pense nisso!!!!
segunda-feira, 15 de setembro de 2008
Uma lição para nunca se esquecer!!!!
Uma delicada menina que conheci através de amigos mostrou-se fechada e inacessível. Parecia um mistério quando chegou até o meu conhecimento. Demonstrava ser um pessoa de grande coração, mas tinha medo de se entregar, medo de se mostrar ao mundo e fazendo com isso os outros se apaixonarem por ela.
Com o passar do tempo encontrei um caminho para desvendar aquele doce mistério, seu olhar puro e sincero, entregava quem ela era de verdade. Seus olhos escuros pareciam na verdade clarear todo o caminho no qual ela estava.
Existia dentro da casca frágil e sutil, uma das pessoas mais forte que conheci. Encantei-me com o seu “eu” verdadeiro. Quando ela resolveu não ligar para os outros, conseguiu mostrar não só para mim, mas também para quem a julgava sem ao menos conhecê-la por inteiro.
Ela enfim se libertou e desencantou. Todos se surpreenderam no momento em que enxergaram a menina que se escondia por trás da máscara. A menina forte, guerreira e sonhadora que ali se escondia deixou todos boquiabertos.
Aprendi com ela essa lição e levo comigo para todo o sempre, pois está gravada dentro da minha alma!!!!!!
Pense nisso!!!!!!!
Com o passar do tempo encontrei um caminho para desvendar aquele doce mistério, seu olhar puro e sincero, entregava quem ela era de verdade. Seus olhos escuros pareciam na verdade clarear todo o caminho no qual ela estava.
Existia dentro da casca frágil e sutil, uma das pessoas mais forte que conheci. Encantei-me com o seu “eu” verdadeiro. Quando ela resolveu não ligar para os outros, conseguiu mostrar não só para mim, mas também para quem a julgava sem ao menos conhecê-la por inteiro.
Ela enfim se libertou e desencantou. Todos se surpreenderam no momento em que enxergaram a menina que se escondia por trás da máscara. A menina forte, guerreira e sonhadora que ali se escondia deixou todos boquiabertos.
Aprendi com ela essa lição e levo comigo para todo o sempre, pois está gravada dentro da minha alma!!!!!!
Pense nisso!!!!!!!
Assinar:
Postagens (Atom)